quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Você e a leitura¬¬Permita-se esse encontro...

Permita-se esse encontro...



Graças a pessoas de visão foi inaugurada uma livraria aqui na cidade onde moro(ARCOVERDE-PE),chamada Lira Cultural,visitei na sexta-feira passada,o ambiente muito aconchegante,livros muito bons,e uma maravilhosa carta de vinhos,bem ambientalizado faz com que sintamos vontade de mergulhar naquele universo literário.
Fiquei muito feliz porque já fazia muito tempo que eu sentia falta de um local assim,cofesso que quero ficar lá 24 hs por dia.
Quero parabenizá-los pela inciativa e desejar que sejam bem sucedidos!!!

A leitura leva-nos lugares distantes,disperta sonhos e fantasias,nos ensina muito sobre sentimentos...Abre nossa visão e nossa mente....além de tudo isso aumenta nossa capacidade de raciocinio,melhorar nossa escrita e nos abre portas...
Enfim:Depois que uma mente se abre a novas idéias ela nunca mais volta ao tamanho original!!


Então boa leitura para vocês!!!


Abraços e voltem sempre!!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

"O amor que tu me tinhas era vidro e se quebrou..."


O amor que tu me tinhas era vidro e se quebrou...



Análise dos aspectos psicológicos e da autoimagem de mulheres vitimizadas
Por: (Carmem Aristimunha de Oliveira, Alicia Carissimi & Evelyn Darling Lima de Oliveira)*





“A violência, em especial a violência contra a mulher, constitui um fenômeno que alcança magnitude e complexidade, sendo, inclusive, considerado um problema de saúde, pois produz impacto na qualidade de vida e no estado de saúde de quem a sofre. A partir desse agravo, em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a Lei Maria da Penha, Lei n. 11.340, que estabelece mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a violência contra as mulheres consiste em uma violação dos direitos humanos e um impedimento na conquista da igualdade de gênero, ao mesmo tempo em que ocasiona um grave problema de saúde pública, afetando profundamente a integridade física e a saúde mental das mulheres, da família e da comunidade.

No Brasil, a cada 4 minutos, uma mulher é agredida em seu próprio lar por uma pessoa com quem mantém relação de afeto. 70% dos crimes contra a mulher acontecem dentro de casa, e o agressor é o próprio marido ou companheiro. Além disso, mais de 40% das violências resultam em lesões corporais graves decorrentes de socos, tapas, chutes, amarramentos, queimaduras, espancamentos e estrangulamentos (Narvaz e Koller, 2006). O alto índice desses episódios de violência gerou interesse em compreender diferenças no que tange às características psicológicas de mulheres agredidas e na sua autoimagem em idades diferenciadas.

Sabe-se que a violência não será igualmente percebida ou vivida por toda mulher. Há elementos, como idade, condições familiares, sociais, econômicas e culturais, que podem se conjugar ao gênero. As relações de gênero que fundam a violência não existem no vazio, mas sim em contextos históricos e socioculturais específicos que conferem características diferenciadas à violência, assim como os fatores de risco e fatores de proteção em contextos mais e menos vulneráveis (Marques e Pacheco, 2009).

Nesse âmbito de violência, percebe-se o quanto são significativas a autoestima e a autoimagem das mulheres agredidas que denunciam sua agressão junto às delegacias especializadas, pois estas características refletem no autorreconhecimento, assim como na valorização de suas potencialidades, sentimentos, atitudes e ideias, justificando a necessidade da investigação desses elementos.

Portanto, entende-se como premente colocar em análise a questão da violência contra a mulher, examinando-a de forma mais profunda,com foco nos aspectos psicológicos implícitos em sua dinâmica. Para tanto, propõe-se discutir, efetivamente, suas causas, consequências na autoestima e na autoimagem de mulheres vítimas,além de refletir sobre como esse fato é combatido pela sociedade e pelo Estado,buscando a compreensão psicossocial.”


* Trabalho publicado na Revista Contextos Clínicos, Unisinos, jan-jun 2010

¬¬Dados e estátisticas

Denúncias de violência contra a mulher crescem 112% em 2010.

O serviço de denúncia Ligue 180, específico para receber queixas de violência doméstica contra a mulher, registrou alta de 112% de janeiro a julho deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados divulgados hoje pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, central criada em 2005.

Nos sete primeiros meses de 2010, o disque-denúncia registrou 343.063 atendimentos, contra 161.774 no mesmo período em 2009. Do total de informações prestadas pelo Ligue 180, a busca de informações sobre a Lei Maria da Penha, lei 13.340/2006 corresponde a 50%.

Dos atendimentos registrados neste ano pelo Ligue 180, a maioria se deveu a crimes de lesão corporal. Em seguida, vieram as ameaças, conforme dos dados do balanço. Juntos, os dois tipos de queixas somaram 70% dos registros do Ligue 180.

Das pessoas que entraram em contato com o serviço, 14,7% disseram que a violência sofrida era exercida por ex-namorado ou ex-companheiro, 57,9% estão casadas ou em união estável e em 72,1% dos casos, as mulheres relatam que vivem junto com o agressor. Mais da metade dos casos, mulheres dizem correr risco de morte.

A Secretaria de Políticas para as Mulheres informou que esses crimes também são os mais registrados por mulheres nas delegacias. Na avaliação da secretaria, o total de registros de ameaças - em 8.913 situações - mostra que é preciso atenção a esse tipo de queixa.

Em números absolutos, São Paulo lidera o ranking com 47.107 atendimentos, seguido pela Bahia com 32.358. Em terceiro lugar aparece o Rio de Janeiro com 25.274 dos registros. O Rio Grande do Sul ficou em oitavo lugar, com 11.490 atendimentos registrados.

-Perfil das vítimas

Os dados de hoje também mostram que a maioria das mulheres que ligam para a Central têm entre 25 e 50 anos (67,3%) e com nível fundamental (48,3%) de escolaridade. E 73,4% dos agressores têm entre 20 e 45 anos e mais da metade com nível fundamental de escolaridade.
(fonte zerohora.com)


Costurando sobre o assunto.

A pesquisa que postei acima me serviu como um alerta,foi como se sinos soassem,e esses sinos a alguns anos veem ressoando na sociedade em que vivemos,não importando qual o meio social;a violência contra a mulher já não tem classe social distinta ou grau de estudos,ela simplesmente acontece dentro dos lares,muitas vezes diante dos olhos dos filhos.
O silêncio das vítimas é uma das maiores causas do aumento desse triste quadro humano familiar.
Várias campanhas foram feitas em todos os meios de comunicação, também foi aprovada a lei Maria da Penha, o direito feminino ficou de uma certa forma mais assegurado,apesar de tudo isso violência contra a mulher é real, e vem acontecendo cada vez mais cedo, deixando o âmbito familiar do marido -esposa, para namorados e namoradas...
É preciso que a Mulher que lutou e luta pelos direitos igualitários entre homens e mulheres, comecem a assumir voz ativa. Não apenas para se ter igualdade no trabalho, em remuneração,mas também o direito a segurança e ao bem estar.
A mulher muito mais frágil que a figura masculina ainda formula moldes masculinos perfeitos , românticos e ao se deparar com a realidade não tão perfeita quanto a sonhada,a mulher se sente ainda mais fragilizada.É quando a mulher de forma dolorida passa a reconhecer o sentido da frase: O AMOR QUE TU ME TINHAS ERA VIDRO E SE QUEBROU. Diante da realidade da violência sofrida não apenas o sentimento se quebra,mas também o amor próprio,a auto estima,a confiança; o medo então silencia a voz dessa mulher.
Diga não a violência, o silêncio pode custar uma vida. Nossos direitos são constitucionais,não nos calemos...


Em caso de violência contra a mulher-DENUNCIE!





Mihh valério

sábado, 23 de outubro de 2010

MEDO de quêêêê?!?!

Se eu for responder se tenho medo,responderei :tenho um medão enorme de andar de carro e ônibus,principalmente a noite....

MEDO de quêêêê?!?!


Hahahahaha e começamos assim....

No mês de setembro meu amigo Sivonaldo e eu fomos ao Recife...de ônibus...
Depois de dizer ZILHÕES de vezes a ele sobre meu medo de andar em carros e ônibus principalmente durante a noite,ele teve a oportunidade de vivenciar essa verdade...

00:00hs- Estamos começando a nossa viagem...o ônibus pára e uma simpática senhora,Sivuca e eu subimos no ônibus...que parecia pender misteriosamente para o lado direito...
Olho meio impaciente e silenciosa...Sivonaldo me diz:O ÔNIBUS FICA ASSIM MEIO DE LADO,MAS É BONZINHO DE VIAJAR(meio de ladinho?!?!Affff)...e lá vem a descida em frente ao Esporte Clube...terrível...pra ter acesso ao novo trecho da duplicação dentro da cidade(CRUEEEEEEEL!!!).

*Começa então meu terror...
Petrificada de medo constato que a maioria dos passageiros dormiam...
Nós nos sentamos na COZINHA do ônibus e absurdamente percebi que minhas pernas era compridas demais para o espaço entre a última cadeira e eu....(A mulher baixou ainda mais a cadeira!!)A senhorinha que subiu conosco sentou-se ao meu lado e logo foi absorvida por um sono mortal....poderíamos jogá-la para fora do ônibus com certeza ela nem perceberia....
Conversávamos animados,mas eu não conseguia relaxar e parecia que cada vez que o motorista pisava no acelerador também pisava em meu coração,que batia a 200 km/h.
No escuro do ônibus minha mente criativa e cheia de medo criava cenas...e cenas(AFF)...Recife poderia ser na COHAB I...
Sempre que viajo o tormento é o mesmo...Haja coragem....e muitos DRAMIN b6....pra ir + ou - dopada...
Não sei a que velocidade o ônibus estava,mas parecia que as rodas não tocavam o asfalto...Eu conhecia o motorista (TITO),mas o conhecimento pouco me importava,meu medo era maior!!!
De repente as curvas...daí sim....Eu parecia um lagartixa pregada em uma parede....nada me tiraria dali...Grudei em Sivonaldo...Amigo é pra acudir outro(kkkkk),minhas pernas tremiam..meu coração estava na boca do estômago e minha alma balançava igual a uma PIPA presa por meu cordão umbilical transcedental(hammmmmm)...do medo podia ouvir o som do vento em minh'alma(flap flap flap flap)...
Hunf...de repente o motorista parou o ônibus em um restaurante de beira de estrada...lá muito blá blá blá depois...eu já refeita do susto ...percebo,tenho que voltar pra lá...tinha um pessoal de Sertânia e sairam os 2 ônibus,começou entãoum rachinha entre os motoristas(creio eu...),era um ultrapassa,ultrapassa...e eu lá apertava os braços de meu amigo,qd de repente um ônibus da PROGRESSO decide participar...(foi muito pior)no escuro ninguém seria capaz de perceber o que estava acontecendo comigo
Sivonaldo percebendo meu despero liga o netbook e coloca umas musiquinhas para ouvirmos...e ficamos os 2 serpenteando feito duas cobrinhas ao som de IT'S RAINING MAN,feitos loucos,balançávamos nossas mãos,dublávamos e quando meu desespero era maior sentia vontade de gritar a música e acordar todos que estavam ali dormindo...mas a meia luz e com os companheiros de viagem entregues a MORFEU,seguiamos cantando baixinho para embalar meu medinho...
A viagem foi seguindo...meu medo também...
Algumas horas se passaram e começa o amanhecer do dia...meu medo vai diminuindo inexplicavelmente...e meus olhos já vêem o Recife ao longe...(GRAÇAS A DEUS!!!)Uffffa chegamos....



¬¬Falando sério

O medo é um
sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente.Pavor é a ênfase do medo.

O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico, etc.

Medo é uma reação obtida a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que libera hormônios do estresse(adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir.

A resposta anterior ao medo é conhecida por ansiedade. Na ansiedade o indivíduo teme antecipadamente o encontro com a situação ou objeto que lhe causa medo. Sendo assim, é possível se traçar uma escala de graus de medo, no qual, o máximo seria o pavor e, o mínimo, uma leve ansiedade.

O medo pode se transformar em uma doença (a fobia) quando passa a comprometer as relações sociais e a causar sofrimento psíquico. A técnica mais utilizada pelos psicólogos para tratar o medo se chama Dessensibilização Sistemática. Com ela se constrói uma escala de medo, da leve ansiedade até o pavor, e, progressivamente, o paciente vai sendo encorajado a enfrentar o medo. Ao fazer isso o paciente passa, gradativamente, por um processo de reestruturação cognitiva em que ocorre uma re-aprendizagem, ou ressignificação, da reação que anteriormente gerava a resposta de alerta no organismo para uma reação mais equilibrada.

*Eu tenho Sociofobia,esse tipos se divide em sub tipos,a minha é:Medo de viajar de ônibus,carro ou outro meio de transporte fechado.(hahahaha)

¬¬Sintomas

  • Ansiedade, às vezes associada também aos ataques de pânico.
  • Ansiedade antecipatória, isto é, aquela que surge antes de se encontrar, ou só de se pensar na situação temida.
  • Erubescência.
  • Tremores nas mãos, pés ou voz.(Eu me transformo numa gaguinha,LADY GAGA....hahah começo até a gagueijar...)
  • Suor excessivo, suando frio especialmente nas mãos.(mas em mim é no corpo todo,eu pareço uma cachoeira humana...).
  • Palpitações ou calafrios sintomas raros. (Raro no caso dos outros hahaha no meu é ainda pior!!)

¬¬sobre o assunto...

Falar sobre o medo abre um leque de possibiladade de abordagem,porque o ser humano tem seus medos alimentados na infância pelos próprios pais e familiares,afinal quem nunca teve medo do temido VELHO DO SACO,OU DA CUCA,BICHO PAPÃO,SAMARA MORGAN,FREDDIE GRUGER,JASON...(hahaha)
Se observarmos as crianças são inicialmente desprovidas do sentimento do medo;fiquei estática ao ver uma criança descendo uma ladeira enorme de bicicleta,tirou as mãos do guidão,pés dos pedais e coisa e tal,as crianças fazem assim desafiam a si próprias,a gravidade e também o sistema nervoso das mães...Quando crianças não enxergamos nossos limites e como não se tem o conhecimento do sentido da palavra MEDO,os pimpolhos fazem loucuras...
Eu particularmente me recordo quando era uma criança e aprendi a andar de bicicleta,não levei muitas quedas,mas em compensação as 3 que levei ficaram na minha história,desci a rua onde morava louca e desgovernada e só parei no sítio do japonês lááááá no finzinho da rua(Terrível).Hoje depois de adulta,ainda sei andar de bicicleta porque isso e outras coisitas a gente nunca esquece,mas se eu fizer algo semelhante,serei o maior terror da humanidade,perigo a segurança pública!!

Eu poderia dizer que o medo é a maior prisão do ser humano,e em hipótese alguma somos aprisionados lá pelas outras pessoas;somos nós mesmo quem criamos a nossa cadeia,nos impomos limites,alimentamos diariamente pequenos MEDINHOS ( uuuui...),que somatizados tornam-se paredes,teto e grades...a chave,misteriosamente está em nossas mãos,mas em alguns casos parecem terem sido engolidas.

É medo de andar de carro,de lugares fechados,de altura,de cachorro,da havaianas da vovó(hahaha),de tomar decisões,de sair de casa ,de mudar de emprego,de terminar um relacionamento sem futuro,de começar outro relacionamento,de morrer,de amar,de sofrer...e assim por diante...ZILHÕES e ZILHÕES de medos,que fazem parte da natureza limitada de nós seres humanos,frágeis e (Uiii)medrosos.

Quem nunca sentiu MEDO depois de assistir aquele FILMINHO de terror do Freddie Gruger,ou ficou apavorado com o Jason,mesmo sabendo que eles não existem...ou não olhou embaixo da cama depois de ver aquela ceninha em que a menininha é puxada parabaixo da sua e logo depois apenas a sua voz é ouvida na TV(Emily....),e a SAMARA MORGAM?! Gente,com aquele cabelo terrível que não vê um corte e um pente a mais de 1 século?!?!

E se me perguntarem se tenho medo,eu responderei MEDO DE QUÊÊÊ?!?!

Quem nunca sentiu medo que dê o primeiro grito...

Foi por medo que não tomei algumas decisões em minha vida,perdi grandes oportunidades...Medo,medo,medo...de dar o braço a torcer quando eu não estava certa,de ouvir não,de dizer sim...de romper laços e criar...de dizer adeus e de abrir as portas da minha vida ao novo que poderia chegar...por medo,simples medo...

Fui me deixando amarrar por eles...


Os medos foram cordas ou correntes que me mantiveram muitas vezes presa,mas também foram eles que me fizeram ver que eu os podia vencer,porque sendo os tais medos criações minha,alimentados pela minha mente,eu os poderia fazer morrer dentro de mim.

Se ainda sinto medo?!?!A resposta é SIM...afinal sou humana...mas hoje ele já não é minha prisão...tornei-me livre e assim irei permancer,o medo é apenas mais um degrau a subir,ele faz parte do caminho a seguir,só não podemos deixar que ele se transforme na pedra que nos impede de caminhar e seguir em frente...

...Pular de pára-quedas,salto mortal na cama elástica,manobras máquinas voadoras da esquadrilha da fumaça,voar de asa delta...o que você fará(hahaha)?!E particularmente nenhuma das maravilhosas loucuras anteriores...por medo?!?!NÃO (haha) por falta de oportunidade,mas se ela um dia chegar prometo contar a vocês!!!

Então OUSE não tenha MEDO...tome a chave em suas mãos,você é LIVRE,e acredite,não existem limites para aquele que quer ir adiante!!!

Quem tem medo?!?! MEDO de quêêêê?!?!

Tenham uma maravilhosa quarta-feira...

Voltem sempre!

Abraços


*Ps:.Estou abrindo minhas asas e soltando minhas feras!Experimente ,faça isso!